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Natureza

Venha à descoberta dos verdadeiros paraísos naturais que existem no Geopark Naturtejo. Por cá poderá conhecer inumeros locais classificados, com interesse ao nível geológico e da biodiversidade.

 
 

Geomonumentos

O Geopark Naturtejo possui um vasto e rico Património Geológico, com mais de 170 geossítios, locais de reconhecido interesse geológico, dos quais se destacam 16 geomonumentos, que ilustram as principais etapas de história geológica dos últimos 600 milhões de anos na região.

Como chegar aos geomonumentos: consultar o mapa | consultar sinalética digital | 


Parque Icnológico de Penha Garcia
Idanha-a-Nova
40° 2'31.23"N 7° 0'50.34"W

classificado como Conjunto de Interesse Municipal

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Geomonumento das Portas de Almourão
Proença-a-Nova / Vila Velha de Ródão
39°44'5.58"N 7°44'55.76"W
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Garganta do Zêzere
Oleiros
40° 2'6.82"N  7°48'28.34"W
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Minas de Segura
Idanha-a-Nova
39°49'12.54"N  6°58'58.58"W
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Miradouro Geomorfológico das Corgas
Proença-a-Nova
39°48'33.19"N   7°52'49.21"W
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Montes-ilha de Monsanto
Idanha-a-Nova
40° 2'7.41"N  7° 6'50.13"W
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Falha do Ponsul
Nisa / Vila Velha de Ródão / Castelo Branco / Idanha-a-Nova
39°55'24.25"N  7°14'31.62"W
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Troncos Fósseis de Vila Velha de Ródão
Vila Velha de Ródão

39°38'43.83"N   7°41'52.61"W

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Meandros do Rio Zêzere
Oleiros
39°57'56.20"N 7°59'46.00"W
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Canhões Fluviais do Rio Erges
Idanha-a-Nova

39°52'35.32"N  6°54'19.21"W

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Cascatas da Fraga da Água d'Alta
Oleiros
40° 0'39.31"N   7°47'42.39"W
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Monumento Natural das Portas de Ródão
Vila Velha de Ródão
39°38'27.05"N   7°41'2.22"W
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Morfologias Graníticas da Serra da Gardunha
Castelo Branco
40° 4'12.29"N 7°30'38.80"W
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Blocos Pedunculados de Arez-Alpalhão
Alpalhão - Nisa
39°29'38.60"N    7°43'46.80"W
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Complexo Mineiro de Monforte da Beira
Castelo Branco
39°42'8.14"N  7°10'2.74"W
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Mina de Ouro do Conhal do Arneiro
Nisa
39°37'31.20"N    7°41'38.01"W

em classificação como Imóvel de Interesse Público

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Parque Natural do Tejo Internacional| Área Protegida, Rede Natura e IBA

Situado na transição entre a Beira Baixa e o Alentejo, este Parque Natural abrange o troço fronteiriço do Rio Tejo e seus afluentes, nomeadamente o Erges, a leste, e o Pônsul, a oeste, totalizando uma área superior a 26 484 hectares. Considerado um dos mais relevantes da Europa, o Parque Natural do Tejo Internacional tem um património natural riquíssimo devido à sua biodiversidade e que permanece ainda em estado puro.

O Parque Natural do Tejo Internacional é um parque natural português que abrange uma área em que o rio Tejo constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, englobando partes dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

A vegetação do parque inclui bosques de sobreiros e azinheiras e galerias de salgueiros (Salix sp.) ao longo dos rios. É uma importante área de nidificação de aves, podendo-se observar a águia-de-bonelli, águia-real, abutre-fouveiro e abutre-do-egito.

Também abriga populações de cegonhas-pretas, uma espécie rara em Portugal. Os mamíferos do parque incluem a lontra-europeia, o gato-bravo, o veado-vermelho e a gineta. Também se destacam os salgueirais de Salix spp. Muitas destas são espécies raras, algumas encontram-se mesmo em vias de extinção e, por isso, esta é uma área protegida.

No Parque Natural do Tejo Internacional coexistem harmoniosamente centenas de espécies animais e vegetais com núcleos humanos tradicionais. Aqui e além, há lugarejos rústicos e quase despovoadas, mas há também aldeias renovadas, com casario cuidado. Tudo à espera de ser desvendado por si.

Folheto

Observatório de Aves nos Alares, durante a realização do GR 29 - Rota dos Veados
Observatório de Aves em Salvaterra do Extremo, durante a realização do PR1-Rota dos Abutres

Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco
Horário de Funcionamento: Dias Úteis 9h00-12h30 / 14h00-17h30
Rua da Bela Vista, s/n (junto ao Governo Civil) - 6000-458 Castelo Branco
Telefone: 272 346 068
Entrada Gratuita

Centro de Interpretação da Biodiversidade "Terras de Idanha"
Estrada Nacional 355
6060 – 521 Segura
Marcações:
Telefone: +351 277 202 900


Sede do Parque Natural do Tejo Internacional
Rua da Bela Vista - 6000-458 Castelo Branco
Telefone: 272 348 140 - Fax: 272 348 143
www.icnf.pt/portal/naturaclas/ap/p-nat/pnti

Monumento Natural das Portas de Ródão| Área Protegida, Rede Natura, IBA Vila Velha de Ródão

Na passagem do rio Tejo por Vila Velha de Ródão, surgem as Portas de Ródão, que se distinguem pela sua exposição e beleza natural. È nesta área protegida de âmbito regional que este concelho deve grande parte da sua riqueza patrimonial natural, destacando-se a biodiversidade de fauna, avifauna e flora. No leito daquele rio repousa ainda o Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo e nas suas margens foram descobertos vestígios pré-históricos de interesse nacional.

As Portas de Ródão, que servem de habitat para a maior colónia de grifos do país, são um local privilegiado para a investigação de fauna e avifauna, onde podem ser observadas 116 espécies de aves, muitas delas consideradas em vias de extinção e algumas raras, das quais se destacam a cegonha-preta, milhafre real, abutre-preto, águia perdigueira, narceja, bufo-real, ferreirinha-serrana e papa-moscas.


Casa de Artes e Cultura do Tejo
Rua de Santana - 6030-230 Vila Velha de Ródão
Telefone/Fax: 272 540 314
E-mail: cactejo@cm-vvrodao.pt | www.cm-vvrodao.pt

Centro de Interpretação da Arte Rupestre do Vle do Tejo
Largo do Pelourinho - 6030-230 Vila Velha de Ródão
Telefone: 963 445 866
E-mail: geral@tejo-rupestre.com
www.tejo-rupestre.com

Serra da Gardunha| Rede Natura, SIC / Castelo Branco

A Serra da Gardunha é uma elevação de Portugal Continental, com 20 Km de comprimento, 10 Km de largura e 1227 metros de altitude. Situa-se na Beira Baixa, Distrito de Castelo Branco.

Apesar da forte intervenção humana, é uma área com grande potencialidade para a conservação, uma vez que encerra carvalhais mistos de Quercus pyrenaica e Quercus robur. Único local de ocorrência da planta prioritária Asphodelus bento-rainhae, endemismo exclusivo da encosta norte da Serra da Gardunha, cujo habitat consiste em carvalhais mistos de Quercus pyrenaica e Quercus robur. Importante para a conservação do lagarto-de-água (Lacerta schreiberi).

Serra de Penha Garcia e Campina de Toulões | IBA Idanha-a-Nova

Área situada na Beira Baixa, no concelho de Idanha-a-Nova. Esta região caracteriza-se por uma elevada diversidade de habitats que englobam desde áreas planas tipicamente estepárias, zonas abertas com montado de azinho e sobro e áreas de matagal mediterrânico a sul, a uma zona serrana, a norte, rica em afloramentos quartzíferos, matos mediterrânicos, sobreirais e pinhais, que se estende de este para oeste.

A serra possui ainda a particularidade de devido à sua orientação, ter zonas de grande insolação, viradas a sul, e zonas menos expostas aos raios solares a norte, o que lhe confere uma elevada diversidade de habitats, com especificidades curiosas como o facto de os piscos-de-peito-ruivo apenas nidificarem nas vertentes viradas a norte. O habitat estepário, cada vez mais escasso na região, está aqui ainda bem representado!

Portas do Vale Mourão| IBA Vila Velha de Ródão/Proença-a-Nova

A região das Portas de Almourão, situada entre Sobral Fernando (Proença-a-Nova) e a Aldeia do Xisto Foz do Cobrão (Vila Velha de Ródão), corresponde à garganta do rio Ocreza.

A paisagem continua selvagem, magnificada pelas escarpas quartzíticas, pelas imponentes dobras tectónicas e pelo profundo rasgão que é o vale do Ocreza. A diversificada paisagem geológica suporta ecossistemas muito bem preservados, sendo uma importante área de nidificação de aves de rapina e outras espécies muito importantes como por exemplo, o melro azul, a lontra, o texugo e o esquilo. Do ponto de vista arqueológico, destaca-se a conheira de Sobral Fernando, antiga exploração aurífera romana de aluvião e as lendárias galerias subterrâneas de origem desconhecida que se encontram ao longo da margem direita do Ocreza.

Para desfrutar da beleza desta paisagem deslumbrante, sugere-se a realização do percurso pedestre PR2 – "Segredos do Vale de Almourão" a partir de Sobral Fernando.

Sítio de S. Mamede e de Nisa/Lage de Prata| Rede Natura, SIC - Nisa

Sítios integrados na área de granitos do Alto Alentejo, caracteriza-se por um relevo de peneplanície, com cabeços coroados por grandes blocos graníticos. O carvalho-negral (Quercus pyrenaica) está presente nesta zona em comunidades estremes ou associado ao sobreiro (Quercus suber) ou mesmo ou à azinheira (Quercus rotundifolia) a qual ocupa as zonas mais secas.

Também são caracterizados por uma grande diversidade faunística, por exemplo o sítio de S. Mamede possui uma comunidade de lagarto-de-água (Lacerda schreiberi), rato-de-cabrera (Microtus cabrerae) e lontra (lutra lutra). De salientar, que S. Mamede é uma área de ocorrência histórica de lince-ibérico (Linx pardinus).



Árvores Monumentais

Na área abrangida pelo Geopark Naturtejo, é frequente depararmo-nos com imponentes árvores com muitos anos de idade e com um porte que se impõe na paisagem. O Geopark Naturtejo pretende dar a conhecer estas árvores notáveis, algumas delas protegidas como Monumentos Vivos de Interesse Público através da Rota das Árvores Monumentais.

Como chegar aos às Árvores Monumentais: consultar o mapa

 
 

Rota das Árvores Monumentais

Azinheira (Quercus ilex rotundifolia) | Perais, Vila Velha de Ródão


Coordenadas GPS: 29S 0621748 4392037
Cerca de 400 anos de idade

Mesmo à entrada de Perais encontra-se uma imponente azinheira. Com a sua larga copa, com mais de 20 m de diâmetro que quase beija o chão, ali forma uma óptima sombra para os dias quentes de verão que aqui se fazem sentir. Na Península Ibérica domina esta espécie de azinheira de bolota doce, que constitui uma grande riqueza para a engorda dos porcos montanheses.

 

Azinheira (Quercus ilex rotundifolia) | Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0658439 4428837
Aproximadamente 150 anos de idade

A azinheira de Idanha-a-Velha, de porte imponente, encontra-se harmoniosamente envolvida na muralha romana, levando nas suas raízes os blocos de rocha que constituem esta parede milenar repleta de histórias das civilizações que aqui se estabeleceram.

 

Castanheiro (Castanea sativa) | Estreito, Oleiros


Coordenadas GPS: 29S 0601882 4423216
Cerca de 200 anos de idade

Os imponentes castanheiros seculares do Estreito, com troncos que atingem mais de 5 m de perímetro, são provavelmente dos mais antigos da região. Há indícios do castanheiro existir no território português há já muitos séculos, pelo que é considerada como espécie autóctone. Contudo, há quem pense que terá sido introduzida no nosso país pelos romanos, pois as castanhas faziam parte das rações dos soldados. Na Europa e até aos séculos XVII e XVIII, desempenharam um papel fundamental na alimentação, uma vez que até aí a batata era pouco conhecida. Esta é uma árvore frequente nas zonas montanhosas da Beira Baixa, bem como no norte do país, adaptando-se bem a terrenos inclinados, preferindo os graníticos e os xistosos.

 

Castanheiro (Castanea sativa) | Isna, Oleiros


Coordenadas GPS: 29S 0597448 4410565
Cerca de 200 anos de idade

O castinçal da freguesia de Isna, com aproximadamente 200 anos de idade, é de elevada importância ecológica apesar de não estar classificado. A castanha, o fruto proveniente destas árvores seculares, é de elevada qualidade e muito apreciada na gastronomia local, sendo um potencial complemento económico para esta região e há já muitos anos. Na aldeia existe um grosso castanheiro que sobressai dos restantes não pela altura que atinge, mas por ter um tronco com perímetro superior a 5 m, sinal de antiguidade secular. É de realçar que o brasão da sede de concelho, Oleiros, é constituído por folhas desta árvore notável e castanhas. Na segunda metade do século XVI, enquanto as vinhas iam acabando, ocorreu um grande empenho na plantação de castanheiros no concelho de Oleiros. Este castanheiro terá presenciado a estância da comitiva do Rei D. Carlos, quando este veio até Isna para caçar.

 

Choupo-negro (Populus nigra) | Aldeia Ruiva, Proença-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0587116 4402583
80 anos de idade

Os quatro choupos-negros presentes na praia fluvial de Aldeia Ruiva estão classificados como Árvores de Interesse Público pela Autoridade Florestal Nacional. Esta espécie pode sobreviver aos grandes incêndios devido às suas raízes que apresentam um sistema radicular invasivo, o qual pode dar origem a novas árvores.

 

Freixo (Fraxinus angustifolia) | Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0658623 4429258
Aproximadamente 180 a 200 anos

O freixo de Idanha-a-Velha, conhecido como Freixo do Rei Wamba, encontra-se próximo do percurso pedestre "Rota da Idanha" (GR12 E7, Idanha-a-Nova – Termas de Monfortinho). A esta árvore está associada uma das conhecidas lendas do Rei Wamba: "O visigodo Wamba andava a lavrar quando os enviados da corte lhe comunicaram a sua sucessão no trono a Recesvinto. Wamba retorquiu que só aceitaria ser rei se tal fosse vontade de Deus, demonstrada se a vara que empunhava ganhasse raízes e se fizesse árvore. O milagre produziu-se, a vara tornou-se um freixo e Wamba foi rei".

 

Freixo (Fraxinus angustifolia) | Oleiros, Oleiros


Coordenadas GPS: 29S 0592881 4419133
Cerca de 200 anos de idade

O freixo do largo da Igreja Matriz de Oleiros, ao longo da sua já longa vida sofreu alguns incidentes, tendo estado em risco de arder por completo nos últimos incêndios que fustigaram quase todo o concelho de Oleiros e dos quais nem a vila se salvou. Apesar do incêndio que por aqui passou ter destruído parte da igreja, foi apenas quando a velha árvore começou a arder que os habitantes de Oleiros sentiram verdadeiramente a catástrofe por que estavam a passar. Valeu a esta árvore notável a robustez do seu tronco com mais de 4 m de perímetro e a elevada resistência da madeira ao fogo.

 

Oliveira (Olea europea europea) | Montes da Senhora, Proença-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0602228 4403555
400 anos de idade

A oliveira que guarda a igreja paroquial de Montes da Senhora está classificada como árvore de Interesse Público pela Autoridade Florestal Nacional e é uma oliveira impressionante, sendo considerada a mais velha e célebre oliveira da região.

 

Oliveiras (Olea europea europea) | Senhora da Alagada, Vila Velha de Ródão


Coordenadas GPS: 29S 0621748 4392037
Cerca de 200-300 anos

As oliveiras centenárias da Senhora da Alagada, estão associadas ao culto religioso local, sendo aqui que, todos os anos, se realiza a romaria. Dizem que a Senhora da Alagada apareceu no interior do tronco de uma oliveira, no lugar onde está hoje implantada a sua capela. A imagem foi trazida pelas águas do rio Tejo, durante uma cheia. Por três vezes a imagem foi levada para a igreja matriz de Vila Velha de Ródão e sempre voltava ao tronco da oliveira. Por este facto, concluíram ser vontade da Senhora ficar neste lugar e aqui ergueram a capela.

 

Ulmeiro (Ulmus minor) | Sobreira Formosa, Proença-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0598441 4403113
144 anos de idade

O ulmeiro da Praça do Comércio de Sobreira Formosa está classificado como de Interesse Público pela Autoridade Florestal Nacional. Aqui, em frente à antiga Casa da Câmara, esta árvore forma um autêntico chapéu de sol, com uma sombra muito agradável, que traz aos habitantes e visitantes um óptimo lugar de repouso nos períodos de muito calor.

 

Ulmeiro (Ulmus minor) | Montes da Senhora, Proença-a-Nova


Coordenadas GPS: 29S 0600706 4405129
100 anos de idade

O ulmeiro da Fonte da Estevaleira, na Estrada Nacional 233, também está classificado como árvore de Interesse Público pela Autoridade Florestal Nacional. Esta é uma espécie endémica da Península Ibérica.

 

Troncos fósseis de anoneira (Annonoxylon teixeirae) | Casa de Artes e Cultura do Tejo, Vila Velha de Ródão


Coordenadas GPS: 29S 0613698 4390236
5 milhões de anos a 15 milhões

Os restos petrificados de árvores, incluindo as suas folhas e frutos, são também considerados preciosos valores de uma comunidade, podendo ser encontrados em espaços públicos, tais como os museus ou mesmo nas praças principais. Os troncos fósseis aqui presentes fazem parte de uma mesma árvore atribuída a Annonoxylon teixeirae. Corresponde a vegetação associada a climas mais quentes e húmidos, e que raramente se encontram actualmente fora dos trópicos. Estes troncos parcialmente apodrecidos terão assim fossilizado em terrenos arenosos, tendo sido descobertos pelo Rio Tejo há quase 1 milhão de anos e transportados para as cascalheiras aluviais da Charneca, a 180 m de altitude. Muito mais tarde, os romanos descobriram os fósseis quando exploravam as cascalheiras em busca de ouro. Estes troncos fósseis de anoneira são o testemunho natural da evolução do mundo vegetal, que aconteceu aqui junto ao Rio Tejo por milhões de anos.



Fauna e Flora

No Geopark Naturtejo, a Natureza é a Rainha do espaço. Por estas paragens ficará surpreendido com a diversidade da fauna e flora.
Não se admire se olhar para o céu e avistar espécies raras de aves ou se olhar para o horizonte e ver correr uma familia de veados no seu habitat natural.

 
 

Fauna

Aves:

Águia imperial ibérica, cegonha negra, águia-real, águia de bonelli, grifo, cegonha branca, falcão peregrino, melro-azul e rolieiro.

Cegonha Preta em Vila Velha de Ródão

Mamíferos:

Veado, lontra, geneta, gato bravo, texugo, raposa e doninha.

Lontra em Vila Velha de Ródão

Répteis:

Cágado de carapaça estriada, osga turca, cobra de ferradura,víbora cornuda.

Anfíbios:

Tritão de ventre laranja, sapo parteiro e salamandra Ibérica.
 

Flora

Vegetação predominante:

Pinheiro, azinheira e sobreiro.

Outra vegetação existente:

Carvalho negral, oliveira, lódão bastardo e castanheiro.

Matagal:

Medronheiro, zimbro, esteva, rosmaninho, alecrim, roselha-grande, tamujo, aroeira, lentisco, murta e urze.

Zimbro em Vila Velha de Ródão

 


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Créditos Fotográficos:
Pedro Martins
Banco de Imagens do Geopark Naturtejo

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